Kefir, uma Útil Descoberta

Ultimamente ando sendo a loka dos preparados caseiros. Acho que já mencionei aqui que faço em casa meus sabonetes de mão, cremes corporais, desodorantes, detergentes de louça, amaciante de roupas, sabonetes de coco (deixa meu cabelo uma pluma), vinagre de maçã e outras coisas que não lembro agora. Deixei de gastar muito dinheiro com vários tipos de produtos, e também passei a consumir produtos que eu sei bem o que contêm em sua preparação. E cada vez que você faz uma nova fórmula, de um produto diferente, e vê que dá certo (e que é bom), parece que você se vicia mais nesse lance de produzir coisas em sua própria casa, e começa a catar tudo o que puder fazer por conta própria.

Recentemente achei uns vídeos muito maneiros da Marlene, uma mulher que mora em plena agitada e urbana Copacabana, no Hell de Janeiro, e que faz praticamente todo tipo de queijo em casa, de requeijão e ricota a parmesão e canastra (se quiser ver também, clique aqui). Aí, resolvi fazer meus próprios queijos em casa também. Só não consegui fazer ainda, porque estou na casa da minha filha, mas já comprei o coalho e as formas, e assim que voltar para casa vou comprar meus leitinhos gordos de vaca para fazer – descobri que tem uma pessoa no meu bairro que tem um sítio, e que ela vende lá no bairro o leite das 8 vacas que ela tem. Essa é uma vantagem de morar perto da roça!

E mais recentemente, ainda, resolvi dar uma chance ao kefir, para o qual eu olhava com cara de nojinho.

Depois de ler um pouco sobre seus benefícios, resolvi tomar coragem e pedir um pouco de kefir de água para um doador que encontrei no grupo de compras coletivas do qual faço parte no Facebook.

Eu sempre tive problemas com intestino “Garfield”, e depois de tomar a água do kefir por 2 dias, já senti imensa diferença! E entusiasmada, resolvi ler um pouco mais, e vi que tem muitos outros benefícios, além de simplesmente regular o intestino (mas que fique claro que não comecei a tomar porque alegadamente o kefir ajuda a emagrecer – eu nem acredito que isso seja possível, para falar a verdade).

Segui as instruções que a doadora me passou, e fiz o primeiro litro daquela “água suja”. No início, adocei com sucralose, mas depois acabei me acostumando (muito rapidamente) com o sabor, e o leve frizz do líquido é muito agradável.

Para quem não se acostumar com o sabor, a água do kefir pode ser usada para fazer sucos, ou pode ser saborizada de outra forma. Eu comprei Clight de tangerina e uva. Ficou ma-ra-vi-lho-so!

Eu, que não consigo beber ÁGUA (sob protesto de todos os amigos que tenho), sempre tomei refrigerante (Coca-Cola, para ser mais exata), e depois de um certo tempo, para ficar “mais saudável”, troquei o refrigerante por mate. Até alguns dias atrás, eram litros e litros de mate por mês; aproximadamente 48 garrafas de 1,5 litro. Mas como já me acostumei (rápido) com o sabor da água do kefir, não tenho dúvidas de que irei economizar o dinheiro do mate e ficar mais saudável tomando só a água do kefir (na verdade, vou trocar o dinheiro do mate por dinheiro de açúcar mascavo, hhahahaha).

Achei super fácil de preparar, e certamente precisarei de um vidrão maior, de 3 ou 5 litros, pois a jarrinha de 1 litro onde estou preparando minha “água milagrosa” não está dando vazão.

E quando viajar, soube que dá para congelar os tibicos (como são chamados os grãos de kefir), pois como eles precisam de manipulação praticamente diária, eles morreriam sem os devidos cuidados.

Para ajudar você a entender melhor o que é kefir, que pode ser de água ou de leite, aqui, você poderá ler um pouco mais sobre o que é ele. No meu caso, uso só o de ÁGUA.

Se você também reluta em provar, se dê uma chance. Acredito que, assim como eu, você também se surpreenderá com os resultados.

=*

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Novo Roteiro em Vista

Olá pessoal.

Sei que ando sumida, me desculpem, mas realmente não vejo muitos motivos para postar algo se eu nem de casa saio. Fazer do blog um Big Brother diário, com os tédios diários da minha vida, não vejo a mínima graça.

Como vocês bem sabem, eu sempre programo minhas viagens com antecedência, porque não gosto de viajar no estilo mochileira, com dinheiro contadinho. Gosto de passeios bem planejados, e bem phynos, com direito a tudo de bom que eu possa pagar, e que de preferência sobre dinheiro para a viagem seguinte, heheheh.

Sendo assim, estou já fazendo um roteiro muito legal, mas que será para daqui a um ano somente. Porém, terei alguns meses ainda pela frente para programar tudo, e principalmente para fazer meu pé de meia, porque qualquer despesa em viagem fora do braseeel requer um caixa rechonchudo.

Além disso, minha filha acabou de ser demitida e já está em alguns processos seletivos. Se ela conseguir um emprego por agora, ela só poderá tirar férias daqui a um ano mesmo, então, não adianta fazer nada correndo.

De qualquer forma, para já deixar vocês animadas, explicarei aqui o roteiro que pretendo fazer, e que espero que dê certo.

Nossa ideia é ir para Veneza (sim, de novo), ficar lá um ou dois dias, antes de sairmos em  um cruzeiro de uma semana pelas ilhas gregas. Ao retornarmos, ficaríamos mais dois dias em Veneza, e depois iríamos para Florença (sim, de novo) e depois seguiríamos para Cinque Terre, que é um roteiro que já estava nos meus planos há muito tempo. Uns 3-4 dias na Cinque Terre, e depois seguimos para Milão, onde pretendo ficar uns dois dias, sendo que um deles seria para ir a uma cidadela próxima, para visitar uma fábrica de queijo gorgonzola.

Bem, tudo isso são somente planos, mas já estou com uma agência engatilhada fazendo todas as cotações e programações pra mim.

Para os invejosos, saiam de retro. Para as leitoras queridas que gostam de passear junto comigo e que torcem por mim, torçam mesmo, porque acho que vai ser um passeio MUITO legal.

Roteiro programado para o cruzeiro:

Veneza, Itália
Kotor, Montenegro
Corfú, Grécia
Santorini, Grécia
Mykonos, Grécia
Cefalônia, Grécia
Dubrovnik, Croácia
Veneza, Itália

See you!

 

Dallas – Goodbye

No último dia de Dallas, finalmente não fui acordada às 5 da manhã. Meu irmão foi de carro para o curso, onde ele receberia a sua nota final.

Quando acordamos, tomamos café e em seguida minha cunhada saiu a pé para ir a uma Ross que tem perto da casa. Eu preferi ficar em casa dando as últimas arrumadas na mala, pois era meu dia de ir embora.

Quando deu perto de meio dia, minha cunhada voltou e logo em seguida meu irmão chegou em casa com a excelente notícia de que havia sido aprovado no curso. Já o amigo dele não teve a mesma sorte. Provavelmente será demitido…

Logo tomei meu banho e me arrumei para sairmos. Era perto de 14:30. Meu irmão e minha cunhada me levaram até o aeroporto e paramos no setor de aluguel de carros, onde os dois foram junto comigo até meu terminal, para me ajudarem com as malas.

Chegando lá, pedimos a ajuda de uma atendente da United Airlines, que me disse que se eu passasse meu voo para o dia seguinte (mesmo dia em que meu irmão e minha cunhada iriam embora), que eu receberia reembolso de uma parcela do valor da passagem; mas eu não quis, porque eu já estava preparada psicologicamente para ir naquele dia, e meu irmão ficou frustrado, talvez mais porque eu não receberia o reembolso, hahahahahaha, considerando que ele está pagando parte da minha passagem.

E ao despachar as malas, ambas estavam com 1 libra a mais de peso, mas a fofa da senhora que estava me atendendo disse que “não estava vendo nada”, hehehehe. E assim as malas se foram.

Me despedi dos dois e segui até meu terminal, onde tive que tomar um chá de cadeira, porque meu voo para Houston atrasou uma hora. Por sorte o voo de Houston para o Hell de Janeiro também atrasaria bastante, e por isso não me desesperei.

Acabei até encontrando um conhecido que mora na cidade onde eu moro. Oh, mundo pequeno! E para ajudar a passar o tempo, fiquei na cola de um brasileiro do Hell de Janeiro que também estava voltando para casa.

O voo para Houston saiu com quase uma hora e meia de atraso, e o voo para o Hell de Janeiro saiu com umas 3 horas de atraso. Ou seja, o voo que deveria sair às 22h acabou saindo à 1 e pouca da manhã.

Cheguei no Hell de Janeiro era quase 14 horas, e eu estava simplesmente podre de cansada. Por sorte passei direto na alfândega. Acho que voos de Houston não são alvo dos agentes. Aliás, eles não estavam mandando ninguém passar no raio X. Podia ter trazido mais muamba, hehehehe.

Como eu nunca sei o tamanho do carro do Uber que vai vir, eu sempre pego é um taxi normal mesmo no aeroporto, pois assim posso escolher um carro sedan, que caiba as malas. Ainda deu para negociar um preço mais atraente.

Chegando em casa, não preciso dizer que Gabi foi direto pras malas fuçar tudo o que eu tinha comprado. Aliás, boa parte das tralhas que eu trouxe era para ela.

E assim terminou mais uma viagem, que apesar de “curta”, foi bem proveitosa. O melhor de tudo é que ficou acertado com meu irmão e minha cunhada que ano que vem tem mais, e desta vez, com Gabi indo junto!!!! Confesso que me animei.

Eu queria muito viajar para a Europa de novo este ano, mas tudo vai depender muito do trabalho. Mas para a Gabi ir para Dallas ano que vem, ela não pode tirar férias este ano.

Espero que vocês tenham curtido a viagem bobinha. Viagem é viagem, e sendo assim, qualquer coisa me diverte.

Bjs

 

 

Dallas – Dia 9

Vocês devem estar se perguntando por que eu não postei esse dia no dia em que deveria postar, hehehehe.

Bem, pra começar, esse dia foi punk. Havíamos combinado que meu irmão iria de carro para o curso, mas às 5 e pouca da manhã, lá estava eu sendo acordada pelo meu irmão, porque minha cunhada “teve o sentimento” de que se arrependeria de não ficar com o carro.

Tomamos café e saímos. Pegamos o amigo do meu irmão no hotel e seguimos para o curso, com minha cunhada ao volante. Faltando alguns km para chegarmos, sentimos um solavanco no carro, e ouvimos um barulho. Bateram no nosso carro!

Minha cunhada entrou em pânico, e todo mundo ficou meio sem saber o que fazer, já que foi a primeira vez que algo do gênero havia acontecido com algum de nós em terras estrangeiras. Logo, vimos o carro culpado encostar no acostamento, e seguimos atrás. Não descemos do carro até que o cara saiu de dentro, mas antes de ele sair eu quase tive um treco, porque do nosso carro vi que ele colocou o capuz do casaco na cabeça, e nem estava frio pra isso. Foi tudo muito rápido. Na hora, o que pensei foi que a batida havia sido premeditada, pois não via razão para o cara colocar o capuz do casaco na cabeça. Mas assim que ele saiu, meu irmão desceu e já foi tirando fotos.

Vendo que ele parecia inofensivo, eu saí do carro também e não me lembro o que disse a ele, mas pedi em seguida a sua carteira de motorista para tirar fotos. Enquanto isso, meu irmão tirava fotos do carro dele. Pela carteira, vi que ele tinha 18 anos, e anotei seu telefone. E não tendo nada mais o que fazer, e sem sabermos se deveríamos chamar a polícia ou não deixamos ele ir embora.

Nossa principal preocupação era a locadora cobrar do meu irmão o prejuízo da batida. Eu mesma nem vi como tinha ficado o nosso carro. E todos com os nervos à flor da pele, principalmente minha cunhada, seguimos para o curso do meu irmão e saímos de lá com a recomendação de irmos diretamente para o aeroporto para reportarmos o acidente.

Seguimos para o aeroporto, e em 15 minutos chegamos lá. E antes de ir sozinha até o escritório da Alamo, dei uma olhada no estado do carro. Não houve nada além da pintura e do para-choque arranhados. Não houve qualquer amasso na lataria.

Chegando no escritório da Alamo, contei o que houve para a atendente, que me disse para ir com o carro até o segundo andar e falar com o pessoal que recebe os carros em devolução da locação. Fomos até lá, mas o cara mandou eu ir para o escritório, de onde eu tinha acabado de sair.  Aff, já vi que também dão cabeçadas uns nos outros nos EUA!

E voltando para o escritório, a mulher me disse para ligar para o 0800 da Alamo para saber mais informações.

Liguei, e a moça que atendeu disse que por ter sido um incidente inofensivo, e como ninguém se machucou no evento, não havia necessidade de chamar a polícia e fazer um BO. Ela disse que o ocorrido era coberto pelo seguro, e que iria somente escrever o que aconteceu na ficha do carro para que meu irmão não fosse cobrado, e disse que poderíamos seguir normalmente até a devolução do carro.

E como ainda estávamos deveras estressadas, e considerando que não tínhamos mais dinheiro nem mala para enfiar tralhas, seguimos para casa, onde aproveitamos o tempo livre para arrumar melhor a mala. Era cedo ainda.

Minha cunhada, que tinha 3 malas, estava com todas elas cheias, mas com minha experiência de longos anos em arrumação de mala pré-viagem, tudo que estava nas 3 malas acabou cabendo em 2.

Almoçamos em casa, para ajudarmos a acabar com as comidas que havíamos comprado durante a semana, de forma que não precisássemos jogar nada fora. Deixamos somente o suficiente para os dois dias que restavam (1 dia para mim, e 2 dias para eles).

Quando deu 13h meu irmão voltou pra casa, e acabamos saindo novamente para não ficarmos em casa.

Fomos até a Best Buy novamente, porque meu irmão queria ver alguma coisa, e aproveitei para comprar uma capa para o meu iPad.

Depois rodamos e fomos até Southlake, porque minha cunhada queria conhecer a Lush, mas antes, fomos na Container Store, porque eu queria mostrar essa loja legal para eles.

A Container Store é uma loja que vende coisas para organização da casa. Eu, particularmente, adoro qualquer loja que venda coisas de casa, então, essa é uma das minhas preferidas.

Da Container Store fomos andando até a pracinha do bairro.

Depois seguimos para a Lush, onde minha cunhada surtou, hehehehe. Principalmente porque não tinha mais dinheiro para comprar coisas. Portanto, não compramos nada.

Como a Trader Joe’s é pertinho, fomos caminhando até lá, e como já estávamos cansadas, meu irmão fofinho foi buscar o carro para que não precisássemos caminhar tudo de volta. Enquanto isso, ficamos no mercado.

Dali, fomos para casa, onde fiz outro delicioso macarrão com camarão. Nunca comi tanto camarão na minha vida. Com o preço que é aqui, não tem como não comer!

E assim terminou o penúltimo dia da viagem…

Dallas – Dia 8

Acordamos 5 e pouca, pois às 6:30 meu irmão teria que estar no curso. Tomamos café, nos arrumamos e saímos. Pegamos o amigo dele no hotel, e depois deixamos os dois no curso.

Eu havia comprado algumas coisas, que mandei entregar em um locker da Amazon que ficava em um posto de gasolina. Os lockers ficam do lado de fora, no posto, e ficam disponíveis 24 horas por dia. Eu acabei não tirando fotos, mas na internet para vocês verem como é.

O conjunto de lockers não é muito grande. É uma grande caixa de aço pintada de amarelo, que deve ter uns 2,5 x 2 m, com vários compartimentos de tamanhos variados, que são utilizados dependendo do tamanho da encomenda que seja enviada, e para retirar o pacote do locker, basta digitar o número de retirada, que é enviado por e-mail logo após a entrega, e pronto.

A gente clica na tela e aparecem os campos dos 6 dígitos do código de retirada (eu postei uma foto da tela num post anterior, lembram?). Se houver mais de um locker usado, o sistema pergunta qual porta quer abrir primeiro. Você clica na porta e ela automaticamente se abre. Para os compartimentos que ficam no alto, acima da nossa linha de visão, há um espelho no teto do compartimento (por dentro), para que a gente possa ver se não ficou nada lá dentro. Achei bem legal o sistema.

Aqui nos EUA, os pacotes são deixados na porta da casa do comprador. O entregador toca a campainha, deixa o pacote na porta e vai embora.

De uns anos pra cá têm havido muitos relatos de pessoas que roubam os pacotes deixados nas portas, e é por isso que o sistema de lockers foi criado, para dar mais tranquilidades aos compradores.

Aqui, a nossa anfitriã disse que eles nunca tiveram problemas de furto de pacotes, até porque, segundo ela, há uma delegacia de polícia bem próxima da casa.

Pegamos os dois pacotes que eu tinha disponíveis e aproveitamos para abastecer.

Aqui, as pessoas é que abastecem seus próprios carros. A pessoa pode encher o tanque ou colocar um determinado valor de gasolina no tanque e pagar com cartão de crédito. Ou a pessoa pode ir na loja de conveniência do posto e pagar a quantidade desejada, informando o número da bomba, que o pessoal do posto abre a bomba para aquela quantidade. Daí, a pessoa vai até a bomba, aperta o botão para destravar a pistola da mangueira e pronto. Basta apertar a alavanca interna da pistola com firmeza que ela faz tudo sozinha. Quando chega próximo do valor, o jato de combustível diminui e vai saindo bem devagar. Depois, basta recolocar a pistola de volta no suporte e pronto.

Eu tive uma experiência bem ruim na primeira vez que abasteci o carro que aluguei em 2013, e me enrolei tanto na época que eu cheguei a pedir ajuda de outras pessoas. Acabei ficando meio traumatizada, e fiquei apavorada por saber que teríamos que abastecer sozinhas o carro (sem meu irmão estando junto). Mas depois que ele me explicou como é simples abastecer sozinho, eu vi que realmente não é nenhum bicho de sete cabeças. Ao contrário, é bem simples a tarefa.

Os planos para o dia incluíam irmos para o Aquário, mas ele só abriria às 10h. Então, no meio do caminho paramos em um supermercado chamado Albertsons.

É realmente espantoso que o real esteja tão desvalorizado em relação ao dólar, e mesmo assim a gente encontrar coisas muito mais baratas do que no braseeeel. A variedade e qualidade dos produtos também surpreende. Aqui, ninguém tem trabalho de cortar legumes ou lavar verduras. Tudo já vem pronto pra consumir ou usar em preparos de comidas.

Comprei uma ou duas bobeirinhas e como ainda estava cedo, resolvemos procurar uma loja da Dollar Tree (as lojas abrem às 9 da manhã). Só que no meio do caminho encontramos uma Target, e é pra lá mesmo que fomos.

Vocês devem estar se perguntando por que eu tiro tanta foto de leites, né? É para mostrar a variedade de opções que os mercados americanos têm para pessoas que têm intolerância à lactose ou ao glúten, ou a qualquer outra coisa. Aqui as pessoas com restrições alimentares têm o que comer a um preço relativamente pagável. E no braseeeel? Se observarem na foto, até leite de macadâmia tem!

Aproveitei para comprar uns sutiãs pra mim. Eu só compro sutiã nos EUA, porque eles aqui têm maior flexibilidade nos tamanhos. No braseeel o maior sutiã que encontramos nas lojas ficam pequenos e apertados em mim. Como aqui tem muita gente gorda ou com silicone em excesso, os tamanhos de sutiã são bem variados.

Tem gente que tem peitão mas circunferência de tronco pequena, ou então é gorda e tem peito pequeno. Então, aqui eles têm numeração diferente para bojo e circunferência de tronco, onde o bojo é uma letra (A,B,C,D) número e a circunferência é o número (ex.: 36B, 40D). Quanto maior o número, mais larga é a circunferência do tronco, e quanto maior a letra, maior o bojo.

Já era quase 10 horas, e resolvemos ir para o aquário; traçamos a rota no Waze e fomos. Chegando nos arredores do aquário, paramos em um dos muitos estacionamentos nas redondezas e nos enrolamos um pouco com a máquina de pagar. Não aceitava dinheiro, somente cartão de crédito, mas a máquina mandava inserir (somente inserir) o cartão e a gente inseriu, mas dava erro. Como havia dois caras atrás de nós, pedimos ajuda, e eles disseram que tinha que inserir o cartão e tirar logo em seguida, para que a leitura fosse feita. Aí deu certo. 7 dólares o dia inteiro estacionado.

Fomos caminhando até o aquário e  pagamos 23 dólares para entrar. Lá não tem WiFi e nem sistema de anúncio, portanto, é fundamental ter meios de comunicação entre as pessoas dentro do aquário, porque lá é grande e tem 3 andares. Vou explicar mais adiante o por quê de eu estar enfatizando isso… (para o bom entendedor, um pingo é letra)

Assim que passamos pela porta de entrada, demos de cara com um tanque de pinguins, que nadavam alegremente.

Em seguida, temos que subir um lance de escadas e saímos em uma gigante estufa, cheia de árvores e com um ambiente de uma minisselva, com direito a cascata e tudo mais.

Na área tem alguns viveiros de pássaros que ficam presos, mas havia muitos pássaros soltos voando pra lá e pra cá ao som da queda d’água. Encontramos até uma preguiça numa árvore, que você não pode tocar, claro.

Havia um “lago” com arraias…

… gaiolas com pássaros e serpentes de países tropicais…

… morcegos, aranhas, lagartos e até crocodilos!

Subindo mais um andar, encontramos vários tanques de peixes, com peixes, tubarões, peixes-boi, cavalos-marinhos, polvos , anêmonas, estrelas-do-mar e caranguejos de outros países.


Eu conheci o aquário de Barcelona, que é GIGANTE, e comparativamente, este de Dallas é pequeno (o tanque maior). Mas o que achei legal neste daqui é a minifloresta.

Rodamos, rodamos, e eu e minha cunhada estávamos sempre por perto uma da outra, mas numa hora que me afastei para ver o tanque de pinguins, ela foi pra outro lado e nos perdemos. Rodei tudo atrás dela mas não a vi. Ela havia ido para um lado que eu não havia ido ainda (nem sabia que existia), e foi aí que a porca torceu o rabo.

Resolvi, então, descer para a porta de saída e esperar lá, na esperança de ela aparecer. Fiquei quase uma hora sentada esperando, e sem saber se ela iria passar por ali, ou até mesmo se já tivesse passado, pedi pra moça na porta me deixar sair para eu ir até o estacionamento ver se ela havia ido pra lá e depois voltar, caso não estivesse lá. Acabei até descobrindo um atalho até o estacionamento, pois na ida pro aquário demos uma volta danada a pé.

E não a encontrando lá, voltei pelo mesmo caminho que fui e a moça da porta me disse que havia falado com a gerente do aquário, que pediu para eu subir até a loja de souvenir no segundo andar. Chegando lá, descrevi como minha cunhada estava vestida e dei seu nome, e através dos rádios intercomunicadores dos funcionários dentro do aquário acabaram achando ela. Em 15 minutos já estávamos juntas novamente.

Essa é a droga de não ter internet própria ou telefone (e outro exemplo virá no texto do dia 9). Não seja pão duro nas suas viagens. Tenham pelo menos duas pessoas com um chip de telefone/internet local.

O problema é que não planejamos antecipadamente o que faríamos caso nos perdêssemos. Então, fica a dica para todos. Combinem sempre antes o que será feito caso os membros do grupo se percam! E um dos problemas foi o fato de ela não ter anotado tinha o número do meu celular, pois poderia ter pedido para alguém me ligar.

E depois dessa aventura, que durou quase 2 horas, resolvemos ir embora. Nos serviu como exemplo do que não fazer quando viajar.

Fomos para a Macy’s, pois ontem não deu tempo de olhar tudo. Acabamos indo em outra loja diferente da de ontem. Essa Macy’s que fomos fica num shoppingzinho bem furreco, e para quem conhece a Macy’s de Nova York, essa daqui é a prima pobre.

Tinha muitos itens de liquidação surpreendentemente baratos (em dólar), mas ainda caros em reais. Minha cunhada comprou um casaquinho que custava 54 dólares, originalmente, por 10 dólares. Eu comprei somente uma blusinha de 11 dólares. Usamos nosso desconto de turista (10%), e no frigir dos ovos, a gente acaba pagando o preço da peça sem imposto, pois o desconto que temos anula o imposto local, que é de 8,25%. Nem precisamos apresentar nosso passaporte, como é feito em Nova York, onde eles nos dão um cartão com código de barras. Aqui, eles não usam esse mesmo sistema.

Dali fomos procurar uma Dollar Tree, pois minha cunhada queria comprar mais umas coisinhas. Fomos à loja, e logo meu irmão disse que iria sair do curso, e queria que fôssemos busca-los.

Saímos da loja e partimos para o centro de treinamento, mas no meio do caminho entramos por engano na via expressa, e nos apavoramos, porque o Waze mandava a gente sair da pista para pegar outros caminhos, mas não podíamos sair porque a via expressa simplesmente não tinha saídas “à vontade”. As saídas eram somente para as vias principais. Achamos até que iríamos parar em outro estado de tanto que rodamos até achar uma saída. E o pior é que minha cunhada dirigia devagar, e como era via expressa, o povo que vinha atrás metia a mão na buzina, o que apavorava ela mais ainda. Foi um UFA! pra nós. Então, cuidado com vias expressas!

Pegamos os dois e deixamos o amigo dele no hotel. Meu irmão não queria voltar pra casa, então seguimos em direção à Hobby Town, pois ele queria olhar a loja.

No meio do caminho, encontramos um galpão gigante, que era uma loja de plantas. Meu irmão quis ir lá porque ele estava interessado em sementes de árvores (e que não podem ser levadas para o braseeel!!!). Loja grande, com alguns produtos interessantes.

E não tendo nada superinteressante para levar, seguimos para a Hobby Town, onde também não achamos nada interessante. Mas para quem curte, essa loja tem tudo o que se precisa para montar maquetes, miniaturas de aviões, trens, etc.

Como já era quase 21h, seguimos para casa, para nosso merecido descanso.

Quinta-feira, último dia inteiro para mim.

 

Dallas – Dia 7

Como fui dormir cedo ontem, não deu outra. 2 e pouca da manhã eu acordei e perdi o sono. Resolvi levantar e tomar um café, e aproveitei para por o blog em dia com o post de ontem.

Mais tarde um pouco, saímos para levar meu irmão para o curso, mas antes, passamos no hotel para pegar o amigo dele.

Em seguida, fomos até a Walgreens mais próxima, porque minha cunhada havia visto o preço do Waterpik em outra Walgreens, que custava 52 dólares, e foi o lugar mais barato onde vimos, ganhando até do Walmart, onde geralmente tudo é mais barato. Para quem não sabe, o Waterpik é um”fio dental líquido”. É uma minibomba que dispara um jato de água em uma pistolinha, que você passa entre os dentes. O jato de água tem pressão regulável, e você passa entre os dentes para remover qualquer resíduo de alimentos que haja, e onde geralmente é mais chato ou difícil de o fio dental alcançar.

Eu comprei esse aparelho quando eu coloquei aparelho nos dentes, e ele facilita sobremaneira a limpeza do aparelho. Foi por isso que minha cunhada quis comprar.

Chegando à Walgreens, vimos que o preço do mesmo aparelho custava 64 e não 52, como estava na outra loja, e então eu fui perguntar à atendente por que o preço era diferente. Ela disse que provavelmente o preço que mostrava na outra loja já era o preço com desconto, e que haveria 20% de desconto sobre o preço de 64 dólares para quem tivesse o cartão de descontos da Walgreens. Bastou fazermos o tal cartão na hora para ganharmos o desconto. Precisamos somente de um número de telefone local. Como não há um cartão físico com código de barras, basta dar o número do telefone em qualquer loja que o desconto é aplicado automaticamente.

Queríamos ir à Macy’s, mas como as lojas nos shoppings só abrem às 10 fomos para o Walmart, porque eu queria (sempre quero) comprar mais umas coisinhas que faltaram, heheheh.

Toalha de banho a 3,47 dólares, e de rosto 2 e pouco. Comprei também um bocal de lâmpada que tem sensor de luminosidade, e acende a lâmpada quando é noite e apaga quando é dia. Muito legal. Sei que tem no braseeel, mas já que é pequeno e estava na mão…

Uma das coisas que eu comprei foi purê de batata instantâneo. Sei que muitos vão torcer o nariz, mas te juro que você não consegue saber que é purê instantâneo, de tão igual que fica o sabor e a textura do purê. No mais, comprei só comestíveis que estavam acabando em casa.

Do Walmart viemos para casa. Comi o purê de batatas com a maravilhosa salada de galinha que vende na sessão de frios do WM. Eu sempre compro quando venho aqui. Amo!

E depois de comer deu um bode medonho. Caí na cama e acordei só às 14:10. Achei melhor sairmos para irmos para a Macy’s, porque meu irmão sairia do curso por volta das 16, então teríamos algum tempo para olharmos a loja.

Só que alegria de pobre dura pouco. Não saí da sessão em que entramos na Macy’s, que era a de roupas. Meu irmão logo ligou avisando que já tinha sido liberado, e tivemos que ir busca-lo.

Até que eu achei as roupas plus size interessantes. Tem dois séculos que não compro roupas para mim, mas infelizmente não foi desta vez, pois tivemos que ir embora, conforme eu disse acima.

Bem, o resumo é que hoje não teve nada muito interessante para fazer.

Amanhã estamos programando ir ao aquário municipal e depois voltar à Macys.

Minha volta está próxima. Sexta-feira viro abóbora e volto para a terra-de-ninguém.

 

Dallas – Dia 6

No sexto dia, fui acordada às 6 e pouca da manhã. Meu irmão teria que estar pegando o colega no hotel às 7:30, e como ele não seria mais o motorista das madames, tive que levantar para poder ser a co-pilota da minha cunhada. Levantei meio grogue e me arrumei correndo. Não deu tempo nem de tomar banho. Engoli meu café, me vesti, e logo saímos em direção ao Best Western Irving, onde o colega de curso do meu irmão está hospedado.

Tentei usar o iPad como tela de navegação do Waze, por ser maior, mas como ele dependia da internet do meu celular para puxar a internet, perdia o sinal da internet toda hora, e então, não deu certo minha ideia de ter uma tela de navegação ampliada. Voltei para o bom e velho celular com microtelinha do meu iPhone 5S ultrapassadinho, mas que eu amo.

Chegamos ao hotel e o homem já nos esperava na porta. Embarcou no carro e rumamos em direção à Flight Safety, onde seria ministrado o curso. No meio do caminho o colega do meu irmão me pediu que fosse a uma T-Mobile para comprar um chip pra ele, e me deu uma nota de 100 dólares.

Chegando à Flight Safety, eles desceram e minha cunhada assumiu o volante do carro. Era quase 8 horas e não sabíamos exatamente o que faríamos. Buscamos no Waze a T-Mobile mais próxima para irmos lá, e pra lá fomos.

No meio do caminho avistamos uma CVS 24 horas. Como ainda era cedo, descemos para fazer nossa primeira exploração em uma farmácia desde que chegamos. Antigamente eu surtava quando via uma farmácia, mas hoje, as coisas de uma farmácia que me interessam eu consigo achar facilmente em um Walmart, onde eu ainda surto toda vez que vou.

Descemos do carro e entramos na farmácia. Começamos pela parte de maquiagem, que ocupava toda a parede de uma das laterais da loja. Chega até a ser difícil escolher qualquer coisa, tamanha a variedade que têm para oferecer aqui. Toda vez que entro em qualquer grande loja nos EUA eu fico com dor de corna, porque eu confesso que sinto uma certa invejinha dos consumidores americanos por terem uma variedade tão imensa de produtos em um único lugar.

(Uma pequena observação: Eu estou simplesmente pasma com a velocidade da internet aqui na casa em que estou. Eu carreguei 24 fotos aqui no blog, de tamanho grande, em menos de 5 segundos!!!!!)

Hora de procurar o creme de rosto que minha filha pediu! Como a Neutrogena é uma marca boa de produtos de mais baixo custo, foi essa a opção que cabia no bolso dela.

Não posso voltar para o braseeel sem esse sabonete de rosto, pois aqui custa pelo menos a metade do preço, mesmo com o dólar tão alto. Custa cerca de 80 reais no braseeel.

Depois de olhar tudo e comprar o que eu queria, paguei as coisas e saímos em direção à T-Mobile. Chegando no pequeno centro comercial onde ficava a loja, vimos que ela só abriria às 10 h, e como ainda era 9:15 h, resolvemos ir ao mercado que havia ali, pois eu queria ir ao banheiro, heheheheh. Aproveitamos e demos uma olhadinha geral.

Comprei um croissant de atum com salada e uma garrafinha de café gelado da Starbucks, pois eu não tive tempo de tomar meu café antes de sair de casa, e meu estômago protestava. E como não tinha nada mais excepcional no mercado, demos um rolé nas lojas do lado, bem caidinhas, por sinal.

Enquanto minha cunhada garimpava a loja de 1 dólar genérica (não era a Dollar Tree), eu tomava meu café em pé na frente da loja. E quando deu 10:10 h, eu a chamei para irmos à T-Mobile.

Chegando lá, esperamos um pouco para sermos atendidas, e aproveitei para falar com o atendente sobre os planos de celulares para família que minha filha havia mencionado depois que comprei meu plano individual. Foi então que ficamos sabendo que é infinitamente mais vantajoso comprar o plano família do que o individual. Como somos 4 (contando com o colega do meu irmão), pagaríamos por voz e dados ILIMITADOS o valor de 97 dólares mensais. Ou seja, se dividirmos isso por 4, cada um pagaria cerca de 25 dólares (contando que ainda haveria imposto de 8,25%). Uma mega pechincha, considerando que eu paguei 44 dólares somente para mim, com uma internet limitada de 10GB. Mesmo que não houvesse uma quarta pessoa, ainda assim seria vantagem para nós 3 somente (eu, meu irmão e minha cunhada), pois pagaríamos cerca de 34 dólares cada um; 10 dólares a menos do que eu paguei para mim sozinha. Então, fica a dica para quem vier para os EUA!!!!

Comprei o chip do colega do meu irmão, e me certifiquei de que não haveria problema para ele se eu comprasse o chip no meu nome. O vendedor disse que tendo o PIN code, ele não teria qualquer problema.

E saindo dali, resolvemos ir a uma Wholefoods Market, pois minha cunhada queria comprar mais estévia líquida. No braseeeel custaria um rim, por cerca de 50 ml. Aqui, custa a bagatela de cerca de 7 dólares.

Nessa loja da Wholefoods tinha um sistema de entrega de encomendas feitas pela internet dos produtos da loja. Tinha também o Amazon Locker que é um sistema de entrega de encomendas compradas em outras lojas pela internet, para quem não pode receber pacotes em casa, pelo fato de não ter ninguém para assinar a entrega.

Você tem a opção de digitar o número do pedido ou escanear o código de barras impresso no e-mail que você receber informando sobre a entrega feita. Eu até fiz uma compra usando esse sistema, mas ainda não fui lá buscar, porque não chegou tudo o que eu encomendei. Devo ir lá amanhã, aí vou ver direitinho como funciona. Mas eu achei isso uma mão na roda! É a tecnologia americana em favor da população.

E continuando a explorar a Wholefoods…

Cremes dentais

E saindo da Wholefoods, resolvemos voltar ao Grapevine Mills Mall, porque minha cunhada queria comprar o tênis do filho, que não havia comprado quando fomos lá. Nesse shopping tem algumas lojas que são outlets.

Vejam o preço desse lençol 600 fios king size em uma das lojas no shopping! 27 dólares! Se fosse no braseeel não sairia por menos de 400 reais. Por isso eu só compro lençóis e toalhas nos EUA. Até as toalhas do Walmart são ótimas, e muitas vezes encontramos promoções a 3 dólares a toalha de banho.

E enquanto esperava minha cunhada garimpar as lojas, tomei um delicioso sorvete de nozes com caramelo salgado. Amo!!!!

O tempo passou bem rapidamente, e logo deu a hora de irmos embora buscar meu irmão e seu colega. Eu estava com os pés em frangalhos pela primeira vez desde que cheguei. Minha cunhada até me deixou em uma das pontas do shopping e foi buscar o carro do outro lado, para não haver atraso, porque do jeito que eu estava, chegaria no carro só meia hora depois.

Ajustando o Waze de volta à Flight Safety, partimos no trânsito que já começava a ficar intenso. Passava de 16:10.

Pegamos os dois e deixamos o colega dele no hotel. Fomos ao Walmart comprar queijo e cebola. Aproveitei para ir na cara de pau tentar devolver um carregador de pilhas que comprei pra minha filha, mas ela não quis aquele. Eu estava sem a notinha da compra, mas ainda assim resolvi arriscar; vai que… Para meu desbunde, devolveram o dinheiro, mesmo não apresentando a nota. Bastou eu inserir na máquina o cartão de crédito que eu usei para fazer aquela compra, e eles encontraram facilmente no sistema a compra que fiz do carregador. Coisa de primeiro mundo, sacou? Infelizmente eu não teria conseguido se tivesse pago em dinheiro vivo. Por isso é bom pagar tudo com cartão.

Como meu irmão disse que a cota de grana deles está na raspa do tacho, ele disse que teríamos que comprar mantimentos para fazermos nossas refeições em casa, pois na rua acaba saindo caro, mais por conta dos tips (gorjetas), que aqui precisa ser no mínimo de 15%. Convertendo em reais, toda refeição pronta aqui é bem cara em lojas e restaurantes, e pagando a gorjeta, fica um valor indecente de se pagar, comparando com os preços no braseeel.

Comprei um pacote de hambúrgueres caseiros e mais camarão, além do meu queridinho arroz jasmine. E hoje o jantar seria minha responsabilidade.

E voltando pra casa, esse foi o lugar onde mais fiquei à noite: a cozinha da casa.

Uma coisa que achei engraçado aqui: as manteigas que conhecemos, amarela e lisa, só vende em blocos retangulares envolvidos em papel. As manteigas de pote plástico, só encontrei na versão whipped, ou seja, é como creme de leite fresco batido que se transforma em manteiga (igual à manteiga que acompanha o pão australiano do restaurante Outback no braseel. Como meu irmão pediu que a manteiga fosse comprada em pote plástico, peguei essa, e tal qual a manteiga do Outback, é uma delícia! Manteiga feita dessa forma não fica amarela como conhecemos, mas branca.

Fiz o jantar, comemos, e no final da refeição, cerca de 21 horas, eu estava pra lá de Bagdá. Estava morta e com os olhos vermelhos, ardendo como se tivessem pimenta. Sem falar na dor nos pés e no corpo. Tomei meu banho e caí na cama. Não deu tempo nem de pensar; apaguei.