Um passeio em Pirenópolis, GO

Esse foi um passeio que programamos com alguma antecedência. Como Pirenópolis fica a somente duas horas de Brasília, onde meu irmão mora, aproveitamos que nossa mãe viajou junto comigo para a casa do meu irmão e planejamos essa viagem, que há tempos eu queria fazer e era sempre adiada. Viajamos no dia 7 de abril, mas como houve uma certa confusão no final da viagem, não fiquei muito no clima para postar a viagem no dia seguinte. Detalhes adiante.

Alugamos um carro na noite anterior à viagem (dia 6/4), pois o carro do meu irmão não estava muito cristão para pegar estrada. No dia seguinte, acordamos, tomamos nosso café e saímos por volta de 9 da manhã. Escolhemos ir pela GO-225, mas na metade do caminho nos arrependemos da escolha que fizemos, porque tinha mais buracos que peneira a estrada, e tínhamos que ir devagar, senão corríamos o risco de ficar no meio do caminho. Mas apesar de esburacado o caminho, tinha uma paisagem bem legal, com muitas fazendas de milho.

Às 10:30 passamos pelo portal da cidade, que lembra muito Paraty, no Hell de Janeiro.

Enquanto entrávamos na cidade de carro, meu irmão sugeriu ver o preço da Pousada dos Pireneus Resort, que ele disse que era muito bonita. Liguei para a pousada e vimos que o preço para um quarto triplo sairia a 950,00 por uma noite. Achando caro demais, seguimos para a pousada Casa Grande, que foi a pousada que meu irmão ficou das vezes que foi a Pirenópolis com sua família, que era a metade do preço. A localização dela é ótima, bem pertinho de tudo, e dá pra rodar por todo lado a pé, basta ter disposição.

Rua Aurora (rua da pousada)

Entramos na pousada e fizemos o check-in. Normalmente, a entrada na pousada é às 14 horas, mas como era uma quinta-feira e a cidade estava meio vazia, deixaram a gente se alojar naquele momento mesmo. Aqui no blog colocarei somente as fotos por ora. Fiz vídeo, como fiz para a viagem de Gramado, no Youtube, e coloquei o link no final do post.

Recepção da Pousada Casa Grande
Sala ao lado da Recepção
Área da piscina
Área da piscina

A pousada fica em um grande terreno de 130 metros de comprimento por 30 de largura entre duas ruas, a Rua Aurora e a Rua Pireneus.

A recepcionista nos levou até o nosso quarto, que ficava nos fundos do terreno, a 80 metros de distância. É uma área bem arborizada e gostosa.

Caminho entre a recepção e nosso quarto

Entramos no quarto, olhamos, e tendo gostado, decidimos ficar.

Nosso quarto, a 80 metros da recepção
Cama de solteiro, logo na entrada do quarto (atrás da porta está um frigobar)
Cama king size

Não sei por que cargas d’água não tirei foto do banheiro, mas era um banheiro muito simples, com chuveiro com box de blindex, vaso sanitário e chuveiro elétrico. E na frente da porta do banheiro, tinha uma pia com espelho e ao lado umas prateleiras de madeira para apoio, e onde encontramos as toalhas. Apesar de tudo simples, o quarto era bem cheirosinho e limpinho.

Depois de olharmos e aprovarmos o quarto, pegamos a chave do quarto com o controle do portão do estacionamento, que ficava em frente ao nosso quarto, e fomos até a entrada pegar o carro para nos instalarmos. A recepção fica na Rua Aurora, e a entrada do estacionamento na Rua Pireneus.

Deixamos nossas coisas e resolvemos sair para explorar. Meu irmão sugeriu irmos até a Pousada dos Pireneus (aquela que vimos o preço), e ver se gostávamos para uma próxima ida a Pirenópolis, pois tenho intenção de voltar lá com minha filha, que ainda não conhece.

A alguns minutos da Casa Grande, logo chegamos a Pireneus, que é um resort ENOOOOORME que tem uma estrutura de lazer muito boa, conforme se pode ver no mapa abaixo, inclusive cavalos para cavalgada, que não está explicitamente identificado no mapa.

Chegamos na recepção e dissemos que gostaríamos de conhecer a pousada para uma futura hospedagem. A moça na recepção nos deu uma pulserinha de visitante e entramos. Logo na saída da recepção fiquei deslumbrada com o cenário. Tudo muito bonito e limpo. Uma imensa área verde com um corredor de palmeiras que nos leva até o restaurante.

Área verde entre a recepção e o restaurante
Bloco de apartamentos

Chegando ao restaurante, havia outra recepção, onde a moça nos informou que o day use da pousada é 150,00 por pessoa, mas que poderíamos almoçar somente, sem pagar pelo day use. Porém disse que teríamos acesso às demais áreas da pousada para visitação somente antes de ela nos dar o cartão para uso do restaurante. Então, fomos explorar (nos vídeos dá pra ver melhor a lindeza que é essa área do restaurante).

Recepção do restaurante
Saguão do restaurante
Saguão do restaurante
Restaurante
Anexo do restaurante

A área da piscina é gigante, e as piscinas MUITO convidativas, ainda mais porque estava um calor medonho, e eu estava desejando naquele momento mergulhar naquelas piscinas.

Para crianças essa pousada é tudo de bom, porque tem um toboágua e parque aquático.

Uma das várias piscinas, com um parque aquático ao fundo
Vista da piscina com o anexo do restaurante ao fundo

Depois de andarmos por toda a área da piscina e desejar loucamente estar debaixo da cascata de água que tinha em uma delas (que estará no vídeo no Youtube em breve), resolvemos sentar para almoçar. Escolhemos ficar na área onde tem o forno de pizza, perto da piscina (abaixo).

Pratos que pedimos (frango, frango e peixe)

Pedi um rolê de frango com recheio de provolone, minha mãe pediu um frango com creme de milho e banana frita e meu irmão pediu um peixe com arroz de frutas. Estava boa a comida, mas pelas coisas tão bonitas que tínhamos visto até o momento, juro que esperava coisa melhor. De o a 10, fico com 4).

E após comermos, pagamos a conta e saímos do restaurante, e fomos em direção à recepção da pousada, porque queríamos ver os apartamentos como eram. No meio do caminho, mais umas fotos.

Gostei muito desse trem. Quero fazer na minha casa.
Outro bloco de apartamentos

Um funcionário nos acompanhou até um dos apartametos mais simples para tres pessoas.

Bloco do apartamento que fomos ver

Confesso que por tudo o que eu já tinha visto até então, acreditei que os quartos seriam melhores, ou que pelo menos não teriam tanto cheiro de mofo. Apesar de ser bem mais modesta, a suíte que escolhemos na Pousada Casa Grande ganha de lavada no quesito sensação de limpeza, porque não tinha cheiro de mofo / quarto fechado. Esse é um grande problema de grandes pousadas, porque a Pireneus tem 145 apartamentos, até onde lembro o rapaz que nos acompanhou dizer, e em épocas de pouco movimento, os quartos ficam fechados por muito tempo.

Terminando nossa visita, resolvemos voltar para a cidade para dar uma voltinha. Havíamos visto uma sorveteria artesanal quando chegamos, e foi lá que fomos direto.

A qualidade não era a de uma BACCIO DE LATTE, mas graças a Deus não era a de uma KIBON! O sorvete era bem gostoso, e tinha uns sabores bem peculiares, como um dos sabores que escolhi: Gorgonzola com goiabada (o outro foi iogurte com amarena). Dava para sentir que era feito mesmo com creme de leite fresco.

Sentamos em uma das mesinhas para tomar o sorvete, e observamos uma área bem legal atrás da sorveteria. Não entendi bem o que era. Parecia os fundos de algum dos estabelecimentos ao lado, ou talvez até mesmo da própria sorveteria, sei lá. Só sei que era bem legalzinho.

Terminando o sorvete, começamos a explorar as lojinhas de artesanatos, e reparei que toda a cidade tem as ruas calçadas com pedras retangulares habilidosamente colocadas uma ao lado da outra formando um gigante mosaico.

Detalhe do calçamento das ruas. É calçamento por muitos séculos.

Loja de tecelagem
Rua de lojinhas de artesanato e outras
Molhos de pimentas e outros

Encontrei uma lojinha chamada So Arts que tinha umas coisas lindíssimas. Bati o olho em uma estatueta de barro de uns 45 cm de altura, que me deixou louca pela lindeza dos detalhes (abaixo). Não aguentei o desejo incontido e comprei. A ideia que tive inicialmente foi enviar por transportadora para a minha casa, mas no final da viagem a Brasília, resolvi comprar uma caixa de isopor e despacha-la no mesmo avião que voltei para o Rio. Chegou inteira, sã e salva! Vou coloca-la na nova sala de TV que vou fazer na minha casa.

Em outra loja, vi uns picolés de uns sabores bem exóticos, que não tem no Hell de Janeiro, até onde sei: pequi, murici, mangaba, açaí, cupuaçu, groselha, cajá-manga e outros.

Não terminamos de ver todas as lojas, mas como minha mãe já estava cansada, pegamos o carro e voltamos pra nossa pousada, onde tomamos um banho e tiramos um cochilo rapidinho para nos prepararmos para o jantar legal que planejamos.

Depois de 1 hora e meia mais ou menos, somente eu e meu irmão saímos para andar mais. Minha mãe não estava mais com disposição de caminhar, e nos pediu que comprássemos um pastel para ela na volta do nosso jantar.

Saímos por outro lado para ver mais lojas, e para não ficarmos andando com coisas nas mãos, fomos de carro de novo. Antes, passamos em um mercadinho para comprar água mineral para colocarmos no frigobar da pousada, porque o preço das bebidas lá era bem caro.

Meu irmão queria comprar um mensageiro dos ventos pra ele, e em uma das lojas que encontramos, ele ficou na dúvida se comprava de bambu, de alumínio ou de pedra, e na dúvida, comprou um de cada, rsrsrsrrs.

Entramos em uma loja de móveis e decoração, chamada Casa Colonial (foto abaixo) que me deixou extasiada. Tinha muita coisa que se eu fosse montada na grana compraria, com certeza. Ser pobre é uma m…

Casa Colonial, loja de móveis e decorações coloniais

Eu fiquei tão encantada com tudo que até me esqueci de fotografar o que vi, só depois que saí é que me dei conta, mas meu irmão não teria paciência de voltar e esperar eu fotografar as coisas.

Adorei esse vaso com essa planta, também!

Desde que voltei de Gramado, meu anel de filigrana que comprei em uma loja na Ponte Vecchio em Florença, na Itália, “desapareceu”. Fiquei MUITO triste, ainda mais porque o anel custou 900 euros, e eu não sabia se ficava arrasada por causa do anel de valor sentimental ou do dinheiro que perdi. E antes de viajar para Gramado, eu tinha tirado foto do anel somente para o caso de eu algum dia perdê-lo, e com a foto dele eu poderia mandar fazer outro. Depois que o anel sumiu, eu pensei que, como a filigrana não é uma coisa muito comum no Brasil, seria muito difícil encontrar uma loja de filigrana em terras tupiniquins, mas eis que, arrumando minha bolsa para a viagem para Brasília, encontrei o anel escondido em um lugar na bolsa que eu já tinha olhado pelo menos umas 3 vezes. Enfim, fiquei muito aliviada que não precisaria mais procurar uma loja de filigrana (ainda), mas fiquei pensando, e se eu perdesse de verdade o anel um dia, como iria mandar fazer outro, já que não é qualquer ourives que trabalha com filigrana? E ficou por isso mesmo.

Esse é o tal anel. Ele custou 900 euros porque era de ouro amarelo e eu mandei rodinar (cobrir com RÓDIO, o vulgo ouro branco), para que ele ficasse branco em vez de amarelo, porque apesar de ser muito bonito amarelo, ele chamava muita atenção com cor de ouro, e branco, ele pareceria bijuteria aos olhos de leigos. É um valor bastante caro para uma peça de ouro desse tamanho, mas eu paguei pelo trabalho do artista (pois não é qualquer um que faz filigrana), e pela satisfação de “ter de volta” um anel de filigrana de prata que comprei em Florença em 1987 quando fui à Europa pela primeira vez na vida, e que foi roubado por uma das muitas empregadas que trabalharam na minha casa. Portanto, esse anel tem muito valor sentimental pra mim, e eu sempre pago o preço que for pelo que quero muito (e que possa pagar). Hoje esse anel está perdendo o ródio e está ficando amarelo. Na foto já dá pra ver isso. Em breve terei que mandar rodinar de novo.

Voltando a Pirenópolis, eis que estamos caminhando pelas ruas de Pirenópolis e esbarro com uma loja que me deixou perplexa: uma loja de joias de filigrana de prata.

Na mesma hora entrei e fui olhar as joias que eles tinham. Descobri, assim, que a filigrana fabricada no Brasil é diferente da fabricada na Europa. Na Europa a filigrana é maior (como a do meu anel que mostrei ali em cima), e particularmente, eu acho a filigrana maior mais bonita e vistosa.

Acima estão algumas joias em filigrana de prata. Agora, olhando as fotos enquanto faço este post, eu penso que poderia ter comprado uns dois pares de brincos que gostei.

Apesar de a filigrana europeia ser mais bonita pro meu gosto, a filigrana brasileira é muito delicada e bonita também.

Saindo dessa loja, fomos até a Igreja Nossa Senhora do Rosário. Considerada o maior e mais antigo monumento histórico de Goiás, ela passou pelo abandono, revalorização histórica, um incêndio que a destruiu por completo, e sua reconstrução.

O altar que hoje está lá veio de outra igreja que havia em pirenópolis, e que havia sido destruída. Leia mais sobre a história dessa Igreja clicando no link que está nome dela ali em cima.

Como podem ver, as imagens estão cobertas por um pano roxo. Eu mesma não sabia o motivo, porque apesar de ter sido batizada na Igreja Católica, não sigo hoje qualquer religião. Mas fiquei sabendo o motivo porque perguntei para a mulher que fica na sala de entrada, e a resposta está aqui.

É tudo MUITO simples. Pra quem já viu a riqueza e a suntuosidade do vaticano, nem sente vontade de ver igreja tão pobre. Mas vale a pela visita-la nem que seja para conhecer a sua sofrida história. A entrada é pela lateral, e ao entrarmos passamos primeiro por uma sala, onde pagamos 2 reais de ingresso. Nessa mesma sala tem painéis com fotos que contam a história do incêndio e da reconstrução da igreja.

Sino que amoleceu com o calor do incêndio, caiu e quebrou
Vista desde a igreja
Eu tirando a foto anterior

Saímos da igreja já no finzinho da tarde. Fomos caminhando pelas ruas e passamos por uma loja de empadão. Por todo lado tinha loja do “famoso empadão goiano”, e eu, muito curiosa que sou, resolvi entrar em uma loja para ver o que tinha esse empadão de especial.

Empadão goiano

O tal empadão é muito diferente do empadão a que estou acostumada. Na verdade, é uma torta salgada em formato de empadinha (só que tamanho “plus plus” size – 15 a 20 cm de diâmetro) com uma massa tipo de joelho (salgado de queijo e presunto) em vez da conhecida massa esfarelenta feita de farinha e manteiga. Tem um recheio bem rico e gostoso (frango, linguiça, queijo, batata, molho e azeitona), e custou 20 reais. Comprei um para comer em algum momento, mas não quis comer na hora porque iríamos jantar na ruazinha dos restaurantes, eu e meu irmão.

Caminhamos por mais algumas ruas apreciando a arquitetura local, e vimos algumas coisas interessantes, dentre elas, o um antigo prédio do Cine Pireneus.

Chegamos à rua dos restaurantes (Rua do Lazer) e amei. Estava ansiosa para sentar e tomar uma bebidinha e relaxar com meu irmão.

Infelizmente, antes que pudéssemos sequer escolher um restaurante para começarmos nossa noite agradável, minha sobrinha, que tem mais de 20 anos na cara, estragou nossa noite com umas mensagens infantis sobre um assunto polêmico na família. Ficamos tão aborrecidos, mas tão aborrecidos, que acabou o clima de diversão. Ela conseguiu estragar nossa viagem de uma maneira rápida e simples. Poderíamos ter deixado tudo de lado e prosseguido com o passeio? Poderíamos; mas o que ela fez foi tão cabeludo e aborrecedor que não teve mais clima mesmo.

Estávamos ambos de cara amarrada e famintos. Como tínhamos que levar o pastel que nossa mãe pediu quando voltássemos, resolvemos comer pastel também. E apesar de aborrecida, eu consegui tirar uma foto da pastelaria, cujo pastel era bastante gostoso e grande (recomendo).

Como não queríamos levar a questão até o conhecimento da nossa mãe, inventamos uma desculpa qualquer para voltarmos cedo para a pousada, tomamos nosso banho e fomos dormir às 9 da noite.

No dia seguinte descobri que, assim como eu, meu irmão levou uma eternidade para pegar no sono, tamanha a raiva que estávamos sentindo do bafafá. E por termos conseguido dormir somente muito tempo depois, acabamos acordando 9 e meia da manhã. Como o café ia até 10:30, levantamos e fomos lá tomar nosso café para ver se isso levantava nossos ânimos.

Chegando lá no restaurante da pousada, vimos que era tudo muito muito simples. Era tudo tão simples que nem tirei fotos. Básico do básico. Até o serviço era tão básico que foi uma droga. Colocamos o leite quente na xícara, mas quando fomos colocar o café, a garrafa estava vazia. Foi preciso avisar ao único rapaz que estava na cozinha que tinha que tinha acabado o café. E quando o café finalmente ficou pronto, o leite estava quase frio. Despreparo total. Quanto ao pão de queijo, ele colocava TRÊS UNIDADES por vez em um minúsculo pratinho na bancada. Peguei os 3 quando chegaram, mas dei o azar de deixar um deles cair no chão. Fiquei tão aborrecida com tudo (resquícios da raiva da noite anterior), que fui lá na recepção falar com a recepcionista a respeito. Obviamente falei com modos e educação, pois ela não tinha culpa de nada, mas deixei como sugestão, que antes que o café da garrafa acabe, que o único rapaz da cozinha já comece a fazer outro, e que não sejam tão miseráveis para servir pão de queijo, que é uma coisa que todo mundo gosta e come bastante.

No final das contas, o café foi uma droga, quase não comi nada e ao voltar pro quarto comi o salve-salve empadão que tinha comprado no dia anterior. Esse, sim, estava uma delícia.

Arrumamos nossas coisas e partimos em direção a Brasília. Em Abadiânia, paramos em uma loja de móveis rústicos, onde fiquei igual a pinto no lixo. Queria levar tudo, mas não levei nada.

E saindo da loja, poucos quilômetros à frente paramos em um restaurante chamado Jerivá, para almoçarmos. Ao lado dele havia dois outros restaurantes, onde paramos para que eu pudesse ver um a um qual era o melhor. Esse Jerivá é maravilhoso. Eles têm uma fazenda própria que abastece o restaurante. Eles fabricam uma linguiça (tipo de churrasco) MA RA VI LHO SAAAAAA, recheada com queijo e uns temperos magníficos. Se tivesse como eu trazer pra casa, eu teria comprado uns 10 quilos. Vai ficar só na memória até minha próxima ida a Pirenópolis, quando eu espero conseguir desfrutar de uma noite agradável com meu irmão, para compensar o fiasco que foi nossa noite anterior.

Enfim, é isso aí, gente. Provavelmente ficaremos novamente na pousada Casa Grande da próxima vez. Espero que, como disse a recepcionista, quando eu voltar o serviço da cozinha esteja melhor.

Vídeo do passeio

Feliz Páscoa a todos!

Primeiras renovações

Como eu disse no post anterior, vou aproveitar que não posso viajar tão cedo e pegar uma boa grana para fazer umas renovações na minha casa. O objetivo principal dessa renovação é conseguir pegar o habite-se da minha casa, que por confiança na engenheira de m… que nos atendeu à época, fomos levantando a casa conforme ela seguia com o processo junto à prefeitura. Porém, quando a casa já tinha chegado ao terceiro andar e já estava quase no acabamento, a prefeitura disse que não daria o habite-se porque o recuo da casa para a rual lateral estava muito pequeno, e que só tínhamos 3 opções: 1) demolir a casa ainda não terminada e reconstruir com o recuo correto (descartada), 2) ficar sem o habite-se e continuar a obra (opção escolhida) e 3) aguardar uma anistia da prefeitura para depois tentar pegar o habite-se (esperamos 7 anos).

Em 2007 finalmente a tal anistia veio, mas desde então estou nessa novela de pegar o habite-se. Para essa anistia, a prefeitura fará vista grossa para o recuo, porém, há alguns regulamentos FEDERAIS que fogem da alçada da prefeitura, e aos quais eu terei que me adequar para que o processo do habite-se possa ser concluído. O principal problema que tenho hoje é mudar uma janela de lugar (a do banheiro do meu quarto) e fechar outra (a janela de um vão de escada onde ninguém pode ir sem uma escada!!!!!), porque, segundo o tal regulamento (idiota), eu não posso ter uma janela a menos de 75 cm de distância da divisão entre o meu terreno e o terreno do vizinho, e tenho duas janelas com esse problema.

Então, como eu TENHO que fazer essa mudança, resolvi modernizar o meu banheiro, e indo na onda do entusiasmo, resolvi por em prática algumas outras mudanças que eu venho desejando há algum tempo.

Comecei trocando o sistema de câmeras de vigilância da minha casa. Antes usava um sistema DVR, que precisava de cabos ligados ao sistema, e cujos conectores a cada 6 meses estragavam com a maresia, já que moro próximo ao mar. Além do custo da troca dos conectores e da visita do técnico, tinha a aporrinhação de nem sempre ele ter disponibilidade imediata para vir à minha casa fazer os reparos, e ficar sem as câmeras para mim era um grande problema, já que eu não ouço a campainha direito, e visualizar a chegada de pessoas no meu portão já agilizava bastante tudo, porque antes de a pessoa tocar a campainha eu já descia para não demorar, já que eu às vezes estou no terceiro, e geralmente no segundo andar.

Porque o sistema anterior precisava de cabos, ter aqueles cabos passados pelo meu muro deixava tudo com um aspecto bem feio e desorganizado, porque não construí a casa pensando que um dia colocaria um sistema de câmeras. Se o tivesse feito, certamente teria passado conduítes por dentro do muro. Mas a minha solução foi melhor. Nada como o avanço da tecnologia para nos dar um empurrãozinho.

Tirei todos aqueles cabos horrendos e instalei câmeras que só precisam de um ponto de energia elétrica e WiFi de boa velocidade e alcance. Comprei um bom roteador de longo alcance e voilá! Meus problemas foram resolvidos da melhor forma possível. Não terei mais conectores me dando dor de cabeça e nem precisarei mais de visita técnica a cada 6 meses.

Não só tenho a vantagem de não ter mais cabos enfeiando meu muro, como as câmeras que estou utilizando ainda se movimentam para cima e para baixo, e da esquerda para a direita e vice-versa. Ainda posso instalar nas câmeras cartões de memória para gravação contínua de vídeo, o que elimina a necessidade de assinar espaço em nuvem para isso (menos uma despesa mensal). Nada disso o sistema anterior fazia.

Outra vantagem dessa nova câmera, é que ela também funciona como interfone. Eu posso ouvir a pessoa que está no portão, e posso falar com ela também. Quer coisa melhor que isso??? Quer? Ok, ela ainda é à prova de água (aguenta chuva), avisa a você pelo celular toda vez que detecta uma figura humana, acompanha o movimento da pessoa, tem visão noturna perfeita, ilumina a pessoa à noite, ou pode ficar com a luz acesa direto se você quiser, podemos tirar fotos dos vídeos que reproduzirmos, e algumas outras coisas. Tudo isso facilmente e rapidamente configurável através do aplicativo no celular (Icsee). E a adição das câmeras no aplicativo também é super rápida, através de código QR.

Eu consegui também colocar a visualização na tela do meu computador através de um aplicativo emulador que se chama NOX, que simula um celular no seu computador. Como eu trabalho o dia inteiro no computador, consigo ficar de olho direto em qualquer movimentação ao redor da casa.

Podemos adicionar quantas câmeras quisermos no aplicativo, porém, infelizmente só conseguimos visualizar 4 de uma só vez. Então, precisamos definir quais câmeras são mais importantes para visualização contínua.

Caso você tenha interesse em comprar essas câmeras, segue a foto da bichinha, abaixo. Para que ela faça todos os movimentos corretamente, ela precisa ser instalada na exata mesma posição da foto. Basta procurar por CAMERA IP, ou CAMERA ICSEE, que você encontrará muitas opções (as minhas comprei pelo Mercado Livre). Mas essa da foto abaixo é a que funciona com o aplicativo ICSEE. Tem outra parecida que usa um aplicativo diferente, e cuja qualidade eu achei BEEEEEEEM fuleira. Ela não é bonitinha igual a da foto abaixo, apesar de ser muito parecida.

Câmera ICSEE

Outra renovação que fiz foi no chuveirão que tenho do lado de fora, perto do jardim. Ele tinha umas pastilhas de vidro azuis e cafonas que já vinham pulando fora há anos. Já que resolvi mudar o piso do primeiro pavimento para porcelanato padrão madeira, eu achei que ficaria bom colocar também padrão madeira no chuveirão.

Como era (desespero…)
Como ficou

O piso do primeiro pavimento já comprei. Estou só esperando o projeto da cozinha sair logo para iniciar a colocação dele. Não vejo a hora de vê-lo no lugar.

Abaixo, está uma foto do piso que comprei (tirada da internet).

Esse é o piso ESCANDINAVO da marca Biancogres. Não vejo a hora de vê-lo no lugar.

Abaixo está a foto da sala de jantar no primeiro pavimento, que é onde aplicarei esse lindo piso. Hoje é um piso de cerâmica comum branco, e que ou está manchado ou quebrado em alguns lugares. Eu já estou cansada dele.

Me animei com as mudanças, e resolvi também fazer uma obra na sala que está por trás dessa porta na foto acima. Hoje é um guarda entulho, mas transformarei em uma linda sala de TV, porque quero parar de assistir TV na minha cama. Já iniciei o projeto.

Assim que eu receber os projetos da cozinha e do banheiro eu posto aqui.

😉

Próxima parada, Pirenópolis, GO

E aí gente? Ando sumida, mas viva. Como sempre, não tem havido nada interessante na minha vida que mereça um post novo.

Na próxima semana irei para a casa do meu irmão em Brasília, e programamos uma viagem pequena para Pirenópolis, GO.

Pelas fotos eu adorei, adorei. É um vilarejozinho bucólico, bem parecido com Paraty, no RJ.

Por ser um lugarzinho bem pequeno, planejamos ficar somente uma noite, porque não terá muito o que se ver e fazer.

Então, preparem-se para essa curta viagem.

Como com essa onda de Covid não se pode viajar tranquilamente, eu resolvi gastar a grana de uma boa viagem fazendo umas reformas na minha casa.

O piso da minha casa é de cerâmica branca. Isso era muito lindo quando eu tinha empregada que limpava a casa inteira todos os dias. Mas agora que moro sozinha, achei melhor dar uma repaginada no cafofo e colocar um porcelanato imitando madeira, que acho que tem mais a ver com a cara do meu brechó, como chama minha filha, além de disfarçar mais as sujeiras até a próxima vinda da diarista.

Além da troca do piso, vou modernizar toda a minha cozinha e banheiro, colocando o que tem de mais moderno.

Não tinha pensado nisso, mas taí um bom tema para novas postagens futuras. Agrada a vocês acompanhar essa obra?

Bjs

O que é bom tem que ser compartilhado

Ou eu estou desacostumada a fazer postagens aqui, ou eu realmente não tenho nada pra falar. E hoje acabei me dando conta disso, pois se não for viagem, o blog fica abandonado, heheheh.

Fato é que minha vida presa em casa por causa do meu trabalho (e pandemia) nunca tem nada que me faça fugir da rotina e que seja digno de ser compartilhado com os poucos leitores que tenho. Mas hoje eu pensei no quanto eu quero compartilhar uma coisa super legal com vocês.

Final de ano chegando, e com o ritmo de trabalho meia-boca, minha filha resolveu me mostrar um podcast do Spotify chamado NÃO INVIABILIZE, que super vale a pena ser seguido. É uma mulher chamada Andreia Freitas, que conta histórias de outras pessoas, que podem ser engraçadas, irritantes, de amor frustrado, de traições, de fantasmas e por aí vai, e cada tema é um quadro do Podcast.

Eu comecei a ouvir a primeira história e achei legalzinho e tals, mas desacostumada com esse tipo de coisa, eu não dei muita bola.

No dia seguinte, minha filha colocou de novo outra história para ouvirmos, e foi uma história que realmente prendeu minha atenção e foi super legal. E ali foi o início do vício. Agora é todo dia e quase o dia todo.

Sabe quando a gente cisma com uma música e fica com ela na cabeça ad eternum? Pois comigo agora não me sai da cabeça o “Oiiii genteeeeee, cheguei! Cheguei para mais um Picolé de Limão. E a história que vou contar hoje é…” (Picolé de Limão é um dos quadros do Podcast), de tantas histórias que tenho escutado por dia. Já me dá até desespero pensar em quando elas acabarem, já que ela só conta uma nova por dia.

Todos nós sempre temos uma história bizarra ou engraçada para contar, e muitas vezes só compartilhamos essas histórias com pessoas do nosso círculo de amizade. Mas com esse podcast, sua história pode ser ouvida por todos os seguidores, e através o site dela, você pode mandar sua história.

Agora a fama do podcast já não permite mais divulgações tão imediatas das histórias por causa da quantidade de emails que ela recebe por dia. Tanto que no próprio site ela diz que SE sua história for escolhida você será contatado por email. Mas acho que vale tentar, né?

Eu mandei pra ela uma história minha, que não sei se ela escolherá para contar, mas já estou de olho pra ver se serei a sortuda da vez. Mas mesmo que não escolha, continuarei sendo super fã da Andreia, e continuarei divulgando boca a boca o trabalho dela, que foi uma coisa super bem bolada, e que chega até a me dar raiva de não ter pensado em algo assim antes, heheheheh. Ela é uma gênia!

Enfim, espero que vocês ouçam e curtam como eu. E se conseguir lembrar, comente pra mim se gostou!

Bjs.

Sobre Envelhecer

Todos só percebem que envelhecer é uma merda depois que envelhece. A gente continua com mentalidade de 18 aninhos, mas o corpo não acompanha esse raciocínio.

Tenho hoje 55 anos, completados ontem, dia das crianças (oh, ironia!), e de uns anos pra cá tenho vivido à base de pastilhas contra azia.

Em junho deste ano, uma série de eventos resultou em uma dor de garganta que não tinha solução, e não era gripe nem resfriado. Um desses eventos foi o fato de eu ter tomado anti-inflamatórios por muitos dias seguidos, por causa de um problema que tive com a remoção de um dente siso.

Procurei uma otorrino para checar, e acabei descobrindo que havia suspeita de ser refluxo, que segundo a médica, é algo muito comum em gente de “certa idade”.

Apesar de ser uma otorrino, e não uma gastro, ela me receitou um santo remedinho que acabou com minhas azias constantes, e me senti no paraíso. Ao mesmo tempo, fiz uma endoscopia e também um exame patológico para ver se eu tinha uma tal bactéria lá, e o resultado mostrou uma “gastrite crônica leve”, com uma pequena feridinha no esôfago, mas sem a tal bactéria (yay!).

Após tomar o santo remedinho por 30 dias, não demorou muitos dias até eu comecei a ter azia de novo, apesar de ter vindo com menor intensidade.

Nessa mistureba de situações, descobri que só se pode tomar anti-inflamatórios por no máximo 4 dias, porque eles atacam o estômago, causando lesões. Isso pode ter agravado um probleminha que eu já tinha, e aí, uma coisa puxou outra. Foi justamente depois desse episódio do dente que minhas azias tomaram formas apocalípticas.

Depois de algumas semanas, meu problema de azia voltou, embora com menos frequência, e já cansada de ter azias, tomei vergonha na cara e resolvi de uma vez por todas ir a um gastro. Hoje foi esse dia, e acabei tendo uma verdadeira aula de “gastronomia” (gastroenterologia com anatomia, rsrsrsrsr).

O médico comprovou pelo resultado da endoscopia que eu realmente tenho um problema de refluxo, e me disse que eu tenho duas opções: tomar remédio ou fazer cirurgia, sendo que a melhor solução é a cirurgia, e ele explicou, anatomicamente, o porquê.

Ele disse que ficar só tomando o remédio não resolve, porque a causa da azia, e consequentemente, do refluxo, é a abertura indevida do estômago durante a digestão (em situações normais, isso só deve ocorrer quando um alimento é recém-engolido e vai entrar no estômago), permitindo que o alimento com suco gástrico, altamente ácido, suba para o esôfago, causando a queimação (azia).

Segundo ele, o remédio (omenprazol da vida) muda o ph no estômago, de forma que o suco gástrico deixa de ser tão ácido e passe a ser mais alcalino, não machudando o esôfago quando há o refluxo, e não causando mais a sensação de queimação. Entretanto, essa medida paleativa não é boa porque a digestão dos alimentos é bem-feita justamente pela acidez do suco gástrico, e passando a não ser mais ácido, a digestão do alimento passa a ser deficiente, ou seja, a gente resolve um problema no estômago/esôfago e arruma outro, intestinal.

Ele listou algumas soluções para atenuar esse problema: 1) Não comer além da saciedade, pois o estômago muito cheio facilita a abertura indevida do estômago durante a digestão; 2) não comer alimentos ácidos, como abacaxi, cítricos, vinagre, café (mesmo misturado com leite), CHOCOLATE (morri!!!), mandioca e derivados, bebidas alcoólicas, condimentos fortes, como pimenta; 3) perder peso, pois o excesso de gordura no abdomen comprime o estômago, fazendo com que a tal abertura indevida ocorra mais facilmente; 4) não dormir com estômago cheio, somente 3 horas após a última ingestão de alimentos.

Resumo: adeus meus chocolatinhos, meus cafezinhos, minhas bebedeiras de vinhos, meus jantares picantes e condimentados. O médico não proibiu de ingerir essas coisas, e que bastava moderação, mas se quero muito não precisar de cirurgia, terei que radicalizar.

Ele explicou que feridinhas constantes no esôfago (meu caso), podem se transformar em um câncer no esôfago, e isso me deixou impressionada, porque muito recentemente, assistindo Grey’s Anatomy, teve um episódio em que um paciente foi feliz e faceiro para o hospital ver o problema de azia dele e ficou em choque quando descobriu que tinha era um câncer no esôfago. No episódio, as médicas explicaram que azias constantes podem resultar em câncer se não forem tratadas. Diga-se de passagem, só depois de ver esse episódio é que eu decidi procurar o médico, de tão impressionada que fiquei.

Enfim, como eu não quero ter um câncer de esôfago, resolvi que vou tentar (pelo menos tentar) mudar meus hábitos alimentares, de forma que eu não precise da tal cirurgia.

Nessa cirurgia, o médico explicou que eles mexem na musculatura da abertura do estômago, de forma a evitar que ela se abra sem que seja para entrar alimento. Mas também disse que mesmo com a cirurgia, o problema pode voltar, se não houver uma disciplina alimentar e mudança de hábitos.

Enfim, para as pessoas novinhas que leem esse post, saibam o que lhes espera se não começarem a vigiar seus hábitos.

Hoje comecei a tomar o remédio que ele prescreveu, por 4 meses, e depois disso saberei o que virá na sequência. Torço para que tudo melhore, e que nessa leva eu ainda consiga perder uns quilinhos.

Vigiem!

Gramado – Dia 5 (último)

Por milagre, hoje acordei às 6 h rsrrrs. Vim atualizar as fotos dos posts dos dias anteriores.

Por volta das 7:30 Gabi acordou e acordou o irmão. Tomamos nosso banho e fomos tomar café.

Hoje tinha quiche de tomate seco. Jesus, estava muito bom. Comi também a deliciosa salada de frutas, ovos mexidos com queijo e presunto, suco de uva e o divino chocolate quente. E hoje enfiei o pé na jaca com um pedaço de torta floresta negra.

Alimentados, voltamos para o quarto e fizemos hora para podermos ir à Casa do Colono, porque o Arthur queria comprar algo lá. Enquanto isso, aproveitei para responder uns emails e resolver uns pepinos, que nem nas férias nos deixam em paz.

Quando deu uma 9 e pouca pegamos um Uber e fomos até a Casa do Colono. Só que não tinha o que o Arthur queria (ele tinha visto a tal coisa na loja de Canela).

Fomos caminhando em direção à Rua Coberta, e passamos pela tal Rua Torta, que é um projeto mal-acabado da Lombard Street de São Francisco. Aqui nada se cria, tudo se copia. Gabi tirou as fotos que queria e seguimos em frente.

Entramos em uma loja de casacos, onde experimentei alguns modelitos, mas não tinha tamanho P (de Paquiderme). Eram todos apertados, então acabei não comprando nada. De certa forma, ainda bem, pois estavam custando cerca de 800 pratas.

E fomos caminhando, e eu, sempre empolgada nas travessias nas faixas de pedestre, com os carros parando, sem ser atropelada. Não vou esquecer isso nuncca. Aqui, a gente realmente se sente em outro país! Ainda mais com esse friozinho gostoso de 16 graus que fez hoje.

E caminhando, chegamos à loja Mãos do Mundo outra vez, onde o Arthur queria comprar incensos pra mãe dele. Acabei comprando mais uma penca de incensos, pois são maravilhosos. Adoro incensos.

Aproveitei para comprar também outro anelzinho de falange, porque o que eu tinha desapareceu misteriosamente.

Passava das 11, e Gabi sugeriu que almoçássemos e fôssemos para o Museu Medieval. Mas como eu não estava com um pingo de fome, sugeri irmos primeiro ao museu e depois almoçarmos. Assim fizemos; pegamos um Uber, mas quando chegamos na frente do tal museu, estava fechado e não iria abrir hoje. Nem chegamos a descer. No mesmo carro, voltamos para a Rua Coberta, porque hoje iríamos experimentar outro restaurante que o amigo da Gabi recomendou, onde disse que comeu a melhor massa da vida dele. Estava ansiosa por provar, pois adoro massas.

Pastasciutta

Chegamos na Rua Coberta e nos sentamos no Pastasciutta. Pedimos um talharim verde com molho Italianíssimo, para dividir entre nós 3.

Olha, eu achei a massa boa, mas definitivamente não foi a melhor massa que comi na vida. A melhor que comi foi numa vielazinha em Veneza. Era um talharim com frutos do mar de comer rezando ajoelhada. Nunca comi uma massa à altura. Confesso que achei a massa do Neni muito melhor (principalmente a primeira que comi, penne gorgonzola).

Não pedimos sobremesa. Falei pra Gabi pra gente procurar uma sorveteria que eu estava com desejinho. Saímos dali e fomos para a galeria quase em frente à rua Coberta, onde tem a gelateria Veneta. Mas antes de entrar na gelateria, avistei algo que eu queria muito comprar: um garrafão de vidro para por minhas centenas de rolhas de vinho, que hoje estão numa embalagem grande de bolas de natal, de plástico.

Para minha sorte, essa empresa disse que envia por transportadora para o Hell de Janeiro, sem problemas. Ela então calculou o custo e eu comprei, feliz da vida. Deixei lá meu endereço, e espero receber nos próximos dias em casa. Ansiosa para ver minhas rolhas devidamente alojadas.

Enquanto eu estava na loja comprando o garrafão, Gabriela ia e vinha com uma pazinha de sorvete para eu provar. Dizem que a Veneto é a melhor sorveteria de Gramado, mas ó, achei uma titica. A Baccio de Latte no Rio da um baaaaanho de lavada. É infinitamente melhor. Um super sorvete de qualidade à altura dos italianos. Acabou que não tomamos o sorvete. Resolvemos procurar em outro lugar.

Saindo dali, passamos em frente a uma loja que vendia cuias de chimarrão. Eu não tomo chimarrão, mas vi uma cuia tão linda, que não resisti e comprei. Não ia comprar a bomba (o canudo), mas acabei comprando também. Mais um item para meu “brechó”.

Acabou que não encontramos nenhum lugar que vendesse um sorvete apetitoso. Pegamos um Uber e voltamos para o hotel. Eram 15 horas quando chegamos, e resolvemos fazer hora para tentarmos comer uma torta o chá das 16h. enquanto isso fiquei atualizando o post de ontem.

Deu 16 h, saímos para o restaurante. Chegando lá, nos sentamos e pedimos o chá. Hoje era chá de hibisco. Pedimos uns itens doces e comemos.

E saindo dali, resolvemos dar um pulo na igrejinha, que a recepcionista tinha dito que era muito bonita. E é mesmo!

Nos disseram que a igrejinha é usada para fazer casamentos. Uma excelente opção para cerimônias pequenas. Muito linda.

E saindo dali, voltamos para o nosso quarto, onde terminei de postar as fotos e fazer a arrumação final da mala.

*** UPDATE ***

Acabamos não saindo para jantar. Pedimos uma pizza pelo iFood e o recepcionista levou a pizza para nós no quarto. Gabriela acabou não comendo, porque mais cedo tinha começado a se sentir enjoada, e por conta disso, a noite e madrugada passamos em claro, com ela chamando Raul e vomitando.

A tampa da caixa da pizza serviu para ficar abanando a pobre, que não sabia se sentia calor ou frio. Eu e Arthur ficamos revezando na abanação. Ela era a derrota personificada.

Eu e ela simplesmente não dormimos. O Arthur, num dado momento, recolheu-se e apagou. Meu maior medo era não conseguirmos pegar o voo na manhã seguinte.

O hotel tem um convênio com a Unimed, e Gabi teve dois atendimentos médicos no quarto do hotel, em horários diferentes, com direito a duas injeções no popô e na veia, e tudo por conta do hotel. E o recepcionista pediu os remédios receitados pelo médico e levou para nós no quarto, juntamente com a maquininha de pagamento.

Às 6 e pouca da manhã eu já estava arrumada e fui a primeira a sair. Tentei antecipar a ida do motorista da La Roca, mas ele não conseguiu adiantar muita coisa (somente 15 minutos). Saímos umas 15 pras 8 rumo a Porto Alegre.

Por sorte não tivemos nenhum percalço, e conseguimos chegar ao aeroporto sem problemas. Mas Gabi estava acabada de cansaço pela falta de dormir e pela habitual dor no corpo que a intoxicação alimentar causa (quem lembra aí da nossa viagem a New Orleans???). Parece que agora virou pré-requisito alguém passar mal em toda viagem.

Enfim, acabou mais uma viagem. Tirando os últimos eventos, super curti Gramado, e principalmente a educação, civilização e hospitalidade das pessoas, sem contar o frio delicioso.

O hotel certamente está na minha lista de hoteis preferidos. O pessoal é super atencioso e de confiança, e só faltaram nos carregar no colo. Foi uma das melhores hospedagens que já tive.

Por ter ficado quase 48 horas acesa, quando chegamos no Hell de Janeiro, tomei um banho, almoçamos e caí na cama. Dormi 16 horas seguidas! Meu recorde na vida.

Deixo vocês aqui com um vídeo do hotel que preparei e um vídeo geral da viagem, com uma coletânea de fotos e vídeos da viagem.

Gramado – Dia 4

Alguém adivinha????

Acordei 5 da madruga novamente, mas desta vez fui teimosa e fiquei na cama, meio lusco-fusco. Despertei com Gabi acariciando meu cabelo pra eu não acordar assustada (ela é tão lindinha!).

Levantamos, e enquanto os dois tomavam café, fui me banhar. Quando terminei, me vesti e fui tomar meu café enquanto eles se banhavam e se arrumavam. Olhei o clima, e estavam 4 magníficos gralitos e um dia premiadamente lindíssimo de sol, para compensar todos os outros dias nublados. E justamente no dia do tour. É ou não é muita sorte a nossa?

Terminei de me aprontar e fui lá pra fora, porque o rapaz na recepção havia ligado para o quarto para avisar que o motorista da van do tour Gran Reserva (Brocker Turismo) já tinha chegado (chegou 10 minutos mais cedo). Os retardatários demoraram tanto que voltei pro quarto atrás deles, já dando bronca.

Entramos na van, que estava quase lotada, e saímos. Paramos em algum lugar, onde trocamos a van por um ônibus, que estava igualmente quase lotado. Como eu olhei rapidamente e não vi dois lugares juntos, sentei logo no banco da frente (lado oposto do motorista), ao lado de um senhor. Gabi e Arthur sentaram mais pra trás.

Enquanto o ônibus pegava estrada, a guia se apresentava e falava sobre o que faríamos. Achei ela um tanto quanto cheia de si, se achando o suprassumo da perfeição e da diversão. Um tanto apelativa, disse que amava o que fazia, e que amava estar com pessoas, bla bla bla, e afirmou que durante a viagem todos iriam dar muitas gargalhadas. Falou com tanta certeza que quase deu vontade de fazê-la passar vergonha no final, quando durante toda a viagem se ouvia só roncos em vez das prometidas gargalhadas. Na verdade, não teve nem risada, quanto mais gargalhada. Não simpatizei nadinha com ela. E seguimos a viagem…

Num dado momento, no meio da viagem, o motorista pega o celular e começa a futuca-lo. Fiquei passada com aquilo, e mais ainda porque a guia, que estava sentada na poltrona ao lado do motorista, não falou absolutamente nada sobre tamanha imprudência. Estava vendo a hora que a gente ia bater em outro carro. Já não tinha simpatizado com ela, agora, a antipatia tinha aumentado.

Onde eu estava sentada, fiquei meio invocada que o vovô estava com a mochila no chão, no meio das pernas, e vinha com as pernas arreganhadas, invadindo meu espaço, que já era apertado. E eu que já estava mal acomodada por causa do meu tamanho king size, me espremendo pra não cair em cima do coroa, relaxei por vingança. Coloquei meu bracinho de mamute na posição normal (que significa em cima do braço do vovô), só esperando ele reclamar que eu o estava sufocando. Se ele viesse reclamar do meu braço, eu iria reclamar da perna dele. Mas o tiro saiu pela culatra, porque o sol estava batendo no meu rosto, e ele, que estava na janela, fechou a cortina para o sol não me incomodar mais. Senti um remorso danado por ter tramado uma maquiavélica vingança, hahhahahahahaah. Recolhi meu braço e segui quietinha por duas horas.

Faltando 10 minutos para chegarmos ao nosso primeiro destino, Gabi me mandou uma mensagem pelo Zap pedindo para eu trocar de lugar com o Arthur na próxima saída do ônibus, porque a mulher que estava sentada na frente dele reclinou a poltrona toda e ele ficou todo espremido, com as pernas abertas, porque ele é muito alto e tem as pernas compridas. E assim descobri que os dois sentaram juntos (ele e Gabi).

Logo chegamos ao nosso primeiro destino, que era a vinícola Lovara, que eu nunca ouvi falar. É uma vinícola pequena e sem graça. O objetivo dessa visita é basicamente comercial, para te empurrarem vinho pra comprar. Não explicam nada relevante. Só dão uma palhinha sobre a colonização / criação do Vale dos Vinhedos e uma ou outra bobeirinha. A única informação realmente importante que me foi dada é que não existe vinho suave (naturalmente doce). Todo vinho “suave” é um vinho seco adoçado com açúcar cristal. Fiquei em choque, porque minha vida toda eu achava que vinho suave dependia da maturação das uvas. Ledo engano.

Demos um pulinho em um parreiral que tinha pertinho, e depois que a anfitriã terminou sua dissertação, seguimos para a sala de degustação. Nem Gabi nem Arthur estavam bebendo, mas suas taças eram enchidas como as dos demais (foi um vinho branco, um tinto e um espumante). E eu, que espertamente ia bebendo as provas deles, logo fiquei alegre, hahhaha. Ainda bem que a degustação foi rapidinha, senão eu ia sair dali trocando as pernas.

Apesar de nunca ter ouvido falar da marca, gostei muito do vinho branco (foto acima).

Terminada a degustação, enquanto o povo comprava seus vinhos, eu fui pro ônibus esperar. Meu objetivo era, na verdade, tentar pegar outro lugar melhor pra eu sentar com Gabi, mas todo mundo tinha deixado suas coisas nas poltronas para marcar território. Acabei sentando lá mesmo no lugar do Arthur, enquanto a guia do tour distribuía umas taças de vidro safadas pros visitantes, com a logomarca da empresa (Brocker). O motorista me chamou pra ir pegar a minha taça, mas disse que preferia ficar onde estava (muito chulezinha a taça).

Logo o povo entrou, e Arthur sentou no meu lugar inicial, ao lado do vovô. Gabi sentou-se ao meu lado (eu na janela) e o casal na nossa frente sentou também. Quando a mulher ia reclinar a poltrona toda, eu pedi que ela não reclinasse tudo porque eu ia ficar apertada ali. Ela pelo menos respeitou e não desceu tudo, mas o marido, na frente da Gabi, reclinou tudo que quase deitou-se no colo dela. Fiquei passada que ela não reclamou.

Saímos para o próximo destino, que era a trufaria Devorata. Enquanto isso, Arthur já tinha começado um papo animado com o vovô. Uns 10 minutos adiante e chegamos. Desci e fui direto ao banheiro, hehehehe.

Saindo dali, fui até a lojinha das trufas. Provei um pedacinho de chocolate, e gostando do que provei, comprei algumas trufas de sabores diferentes.

Depois, fui à outra lojinha ao lado, para olhar o que tinha (azeites, cachaças, doces e afins). Nada muito interessante.

Foram 30 minutos até partirmos para o próximo destino, que era praticamente ao lado (uns 80 metros). Alguns resolveram ir a pé sem avisar à guia, e outros, como eu, fizeram como a guia instruiu e entraram no ônibus. Brasileiros sendo brasileiros.

Foi tão rápido o percurso que nem deu pra esquentar a poltrona. Próximo destino, queijaria Valbrenta: uma lojinha minúscula com produtos sem-graça. A única coisa que me apeteceu foi um queijo fundido de azeitona com tomate seco, que provei e gostei, e foi a única coisa que fotei. Uma lojinha pelada quase sem nada; um verdadeiro desperdício de tempo. Era tudo tão sem-graça que nem ficamos os 35 minutos que nos permitiram. Foi uma decepção.

E graças a Deus, partimos logo, desta vez, rumo ao restaurante onde almoçaríamos (pagando): Cantina del Vanucci, que é um restaurante de rodízio de churrasco, “risoto” e massas. Pela fachada bacana, achei que ia bombar…

Chegando lá, descemos, e já tinha uma mesona comprida esperando por nós. Nos sentamos e convidamos o vovô para sentar-se conosco, já que ele tinha ficado amiguinho do Arthur. Quando sentamos, já tinha um prato de salada e maionese de batata nas mesas esperando os comensais. Me servi da maionese enquanto esperava o início do rodízio para nossa mesa, e Gabi pediu um suco de uva branca da casa, que vinha em uma garrafa lacrada como suco comercial. Quando comi a maionese, senti um gosto de azedo muito forte. Gabi disse que pensou ser limão, mas eu, sinceramente, tive minhas dúvidas. E na dúvida, deixamos de lado e não comemos. Logo começaram a chegar os garçons servindo as carnes, “risotos” e massas.

Carne? Dura, crua e sem gosto. “Risoto”? Feito de arroz agulhinha misturado com qualquer porcaria. Encontrava bolotas grandes de arroz grudado no meio do “risoto” (gororoba mal misturada). O de frango, não tinha frango, e era um arroz misturado com extrato de tomate. As massas eram tão moles que dava pra fazer cola de pipa. Um verdadeiro horror. Foram os 55,00 por pessoa mais mal gastos que já vi na vida.

Foi tudo tão horrível que eu encerrei rápido (perdi até a fome), e nem arrisquei o bufê de sobremesas. Arthur tinha terminado o almoço dele e foi pegar a sobremesa, e quando Gabi provou o que parecia ser um pudim e fez cara de nojinho, senti-me feliz por não ter perdido meu tempo provando. Preferi pegar uma das trufas que comprei e comi de sobremesa.

Logo me levantei e fui pagar. Saí, e como o ônibus estava fechado, sentamos em um dos bancos de madeira ripada em frente ao restaurante enquanto esperávamos o pessoal terminar. Uns 20 minutos depois, fui pra porta do ônibus, fechada mesmo, e resolvi esperar ali em pé. O motorista me viu e abriu a porta. Eu e outras pessoas entramos e tomamos nossos lugares.

Rapidamente o povo foi chegando, e quando o cara sentou-se na frente da Gabi e foi reclinar a poltrona dele, eu meti a mão atrás do encosto, e sem que ele percebesse, bloqueei a descida do encosto. Ele achou que já tinha chegado no limite e não empurrou mais, heheheh. Deu certo! Não ficou trepado no colo da Gabi de novo, e sem chorumelas.

Seguimos uma meia hora até a vinícola Miolo. Como chegamos antes do horário marcado, a guia foi ver se poderíamos antecipar o tour. Por sorte a Thainá, nossa anfitriã na Miolo, nos recebeu.

Esse sim foi O TOUR. Thainá era simpática e manjava tudo de vinho. Contou-nos muitas coisas sobre a história da família Miolo e as expansões da vinícola pelo “brasiu”. Foi uma super aula, com visita às primeiras pipas de fermentação, de madeira, passando pelos tanque de fermentação de inox novos, pelas áreas de engarrafamento, as dos barris de carvalho franceses e americanos, pelas caves onde são envelhecidas centenas de garrafas de vinho pré-históricas e onde as garrafas de espumante são remoadas.

Barris de carvalho franceses e americanos
Caves de envelhecimento de vinhos em garrafas – última construção feita na vinícola, em 2006. É onde se guardam as garrafas da família. Vinhos muito, muito antigos
Sala de remoagem manual dos espumantes (onde as garrafas são viradas manualmente para decantar os sedimentos)
Sala de remoagem automatizada

Logo depois, subimos umas escadas e chegamos a uma imensa sala de degustação em formato de anfiteatro. Tudo high-tech, até com cuspideira!

Após servirem a cada um 3 vinhos tintos e 2 espumantes, Thainá explicou-nos como degustar vinho.

E na saída da degustação passamos pela loja, onde Gabi comprou dois sucos de uva (um branco e um rosé), e eu comprei umas essências de difusores maravilhosas e um creme de mão da Empório Essenza, que é feito com óleo de semente de uva.

Gabi achou os sucos horríveis, e perguntou se eu queria. Após provar o branco, concordei com ela, que era horrível. Dulcíssimo e com gosto estranho.

A Miolo foi realmente uma visita que super valeu a pena. Compensou todas as outras furadas do tour.

Depois de uns 15 minutos, todos entraram no ônibus e seguimos viagem de volta para Gramado. Infelizmente a volta pareceu ser bem mais demorada que a ida. Parecia que não chegaríamos nunca.

Depois das fatídicas 2 horas, paramos no portal de Gramado e um pequeno grupo pegou a mesma van que os pegou de manhã cedo. Como tínhamos sido os últimos a entrar na van de manhã, agora fomos os primeiros a sair, ainda bem.

Chegando ao hotel, tomamos banho e ficamos de firula. Eu comecei a escrever esse post e os dois ficaram de trelelê no quarto.

Logo Gabi reclamou que estava com fome, e às 19:30 saímos para a Rua Coberta para jantarmos. Acabamos indo parar no Neni novamente, onde desta vez pedi um penne com salmão, que apesar de não estar tão bom quanto o prato que comi no domingo, estava bem saboroso. Pedi também o mesmo chá de maçã com canela, que gostei muito.

E ao terminarmos, voltamos para o hotel e eu estou desde então escrevendo este post.

Amanhã é o último dia, e Gabi já traçou um roteiro que parece bem legal. Já fiz nosso check-in na Azul de volta para casa, e amanhã á noite vou receber a facada (a conta do hotel).

As fotos, só terei tempo de colocar quando chegar em casa, pelo visto. E talvez amanhã eu nem consiga escrever nada, porque teremos que acordar bem cedo dia 7 para irmos embora. Vamos ver… vai depender de como será o dia amanhã.

=***